Não me pergunte por que eu escrevo sobre tudo que eu leio ou assisto.Na verdade não é sobre tudo que eu redijo as minhas letrinhas nesse blog, é bem assim...Eu termino de ler o livro ou assistir um filme, fico cinco minutos atônita e corro pra escrever algo no Word.Claro, quando realmente me toca.Louca, louca! Pode dizer! Hoje eu estou feliz, mas acho que se a felicidade for decorrência de outro ser, talvez ela não dure mais do que o tempo que ultimamente têm durado minhas boas ilusões.Ás vezes eu ando sorrindo sem nem perceber, voando em nuvens, estou encantada e parece que todo o mundo percebeu, as pessoas na rua que eu vejo diariamente, até mesmo as que eu apenas comprimento já perceberam, posso ouvir o sussurro do pensamento deles...”Ela está diferente, algo mexeu com ela”.Desculpe clube das mulheres fortes e que se decepcionaram amargamente com um cafajeste e decidiram nunca mais se apaixonarem, é um titulo meio grande, mas pra mim sempre foi esse o titulo, eu já fui membro desse clube e acho que estou me desvencilhando dele, é queridas, acho que estou partindo.Eu ACHO, disse bem.Uma vez durona, sempre durona! E á quem eu estou querendo enganar heim?
Toda essa inspiração veio do Fabuloso destino de Amelie Poulain e amanhã provavelmente eu me arrependerei de ter assumido meus olhinhos brilhantes nesse Blog, mas como eu disse, não consigo ficar calada quando alguma coisa me toca e tudo tem me tocado ultimamente.Tá! Voltemos para Amelie Poulain, o filme é como comer um bolo de chocolate que acabou de sair do forno, captou a sensação? É reservado para pessoas sensíveis, é claro, não adianta qualquer guloso ou faminto por bolo de chocolate comer, digo assistir.Tem que ser alguém que aprecie pedaço por pedaço e que tenha do lado uma xícara de café quente do lado, só pra sentir o amargo de cada gole, afinal as pessoas sensíveis sabem ir do doce ao amargo, os gulosos e famintos, não! Um fabuloso destino, que não tinha nada pra ser fabuloso, porém tem pessoas que só de olhar você sabe que terão seus grandes momentos, todos temos, uns mais outros menos, Amelie tinha aquela cara dos que teriam muitos, mas não sabia disso, portanto resolveu melhorar a vida das pessoas ao seu lado, de forma criativa e sutil, como pra mim as boas coisas devem ser.Aqui na caixinha do filme diz...”Já foi visto por mais de 17 milhões de pessoas em todo mundo!”, Obrigado Meu Deus! Eu espero que todos esses milhões tenham encontrado suas Amelie Poulain´s em si ou em alguém.Eu encontrei a minha, não vê? Estou sonhando novamente, sorrindo sem perceber, voando em nuvens, encantada e agora que todo mundo vai perceber mesmo que o meu lado Amélia Poulain está desaflorando novamente...e que fique Amelie, por muito tempo!
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Os sofrimentos do tal jovem Werther...sabe?
Sempre me perguntei o que talvez poderia levar alguém ao suicídio.Não! Não é último post de uma suicida, mas confesso que o livro “Os sofrimentos do jovem Werther.”, deu uma balançada nos meus conceitos sobre dar cabo da própria vida, partir dessa pra uma melhor, ou não tão melhor assim, porém não sou exatamente romântica rica da época de Goethe, não posso me dar ao privilégio do suicídio como fizeram muitos após lerem esse livro, pelo menos não agora, as vésperas do Vestibular e dos meus 19 anos, mas isso é outro assunto.Na minha opinião você tem que estar com um espírito acolhedor para compreeder o jovem Werther, ele é em muitos momentos totalmente brilhante e em outros muitos completamente desvairado. "Oh, aí estais vós, os razoáveis! Paixão! Embriaguez! Demência! E permaneceis tão impassíveis, tão indiferentes, vós, os homens morais! Censurais o bêbado, detestais o insensato. Mais de uma vez me embebedei, minhas paixões nunca estiveram longe da demência, e não me arrependi de nenhuma das coisas que fiz, pois graças a elas pude compreender, por experiência própria, como todos os homens extraordinários que levaram a cabo alguma coisa grande, alguma coisa reputada impossível, desde sempre foram declarados ébrios e dementes...Mas também na vida cotidiana resulta algo intolerável ouvir todo mundo gritar, sempre que alguém pratica um ato um tantinho mais livre, honrado, inesperado: ' Aquele homem está bêbado, está louco!' Tende vergonha na cara, vós, os pacatos! Tende vergonha na cara, vós, os discretos!" Foi uma das melhores citações dele no livro, onde ele crítica o conformismo, os que julgam os bêbados e insanos.Tá! Eu sou um pouco Werther e ele tomou minhas dores nesse trecho, por isso o transcrevi.
Posso dizer que infelizmente, o que menos mexeu comigo no livro foi o amor dele pela Carlota, toda paixão das palavras de Werther fosse qual fosse o assunto, eram derivadas do sentimento que ele tinha por ela.Ele ia de um extremo á outro sobre qualquer assunto e tinha um grande amor pela vida antes desse sentimento tomar conta dele mesmo, por tanto confesso que preferia o Werther vivo, e sem Carlota, me atirem pedras os fãs do romance, mas o homem era brilhante porra! Por que morrer por alguém que, aos meus olhos, parecia tão sem graça, quem quiser gostar da Carlota, idolatra-la, pode fazer isso a vontade, pra mim ela era morna demais.Porém como todos sabemos, o que seria dos insanos sem alguém sóbrio pra guia-los.
Não tenho conhecimentos literários, é o primeiro livro do Goethe que leio, essa é a opinião de uma pessoa vulgar, que se dedicou ao livro por um tempo.Para mim, o que levou Werther ao fim, foi acima de tudo sua paixão pela vida que ele transfiriu a figura de Carlota, ela se mostrou por muito tempo indiferente, consumindo a essência de Werther, que se viu desgostoso, sem sentir prazer em nada que não fosse ela, por idealiza-la demais.Faltou luta por parte dele, faltou sanidade, mas o que não faltou foi paixão, fosse por Carlota, fosse por qualquer criatura viva ou morta, Werther era só coração e sem coração ele nada podia ser.Por essas e por outras, m perdoem, mas sou mais o jovem Werther sem sua Carlota.Faltam Werther nesse mundo, concerteza ele veria nos dias atúais mais motivos para descrença na vida e não encontraria tantas Carlotas puritanas facilmente.Uma versão moderna de " Os sofrimentos do jovem Werther." seria muito bem vinda, como disse minha amiga, ele seria Emo, ouviria Jimmy Eat World, frequentaria assiduamente a rua Augusta, tomaria vodka e iria dirigir um New Beatle, eu mesma seria amiga dele, trocariamos idéias pelo MSN, ou nos bares por ai, só não poderia ser, nem de longe, a sua Carlota, aliás, não conheço ninguém que possa ser.É Werther! Pode voltar, mas saiba que se você quiser sua Carlota vai ter que procurar por uma senhora de sessenta anos, ou por uma beata, as mocinhas do sécula vinte e um são demasiadamente promiscuas, claro que com toda elegância e descrição da palavra!
Posso dizer que infelizmente, o que menos mexeu comigo no livro foi o amor dele pela Carlota, toda paixão das palavras de Werther fosse qual fosse o assunto, eram derivadas do sentimento que ele tinha por ela.Ele ia de um extremo á outro sobre qualquer assunto e tinha um grande amor pela vida antes desse sentimento tomar conta dele mesmo, por tanto confesso que preferia o Werther vivo, e sem Carlota, me atirem pedras os fãs do romance, mas o homem era brilhante porra! Por que morrer por alguém que, aos meus olhos, parecia tão sem graça, quem quiser gostar da Carlota, idolatra-la, pode fazer isso a vontade, pra mim ela era morna demais.Porém como todos sabemos, o que seria dos insanos sem alguém sóbrio pra guia-los.
Não tenho conhecimentos literários, é o primeiro livro do Goethe que leio, essa é a opinião de uma pessoa vulgar, que se dedicou ao livro por um tempo.Para mim, o que levou Werther ao fim, foi acima de tudo sua paixão pela vida que ele transfiriu a figura de Carlota, ela se mostrou por muito tempo indiferente, consumindo a essência de Werther, que se viu desgostoso, sem sentir prazer em nada que não fosse ela, por idealiza-la demais.Faltou luta por parte dele, faltou sanidade, mas o que não faltou foi paixão, fosse por Carlota, fosse por qualquer criatura viva ou morta, Werther era só coração e sem coração ele nada podia ser.Por essas e por outras, m perdoem, mas sou mais o jovem Werther sem sua Carlota.Faltam Werther nesse mundo, concerteza ele veria nos dias atúais mais motivos para descrença na vida e não encontraria tantas Carlotas puritanas facilmente.Uma versão moderna de " Os sofrimentos do jovem Werther." seria muito bem vinda, como disse minha amiga, ele seria Emo, ouviria Jimmy Eat World, frequentaria assiduamente a rua Augusta, tomaria vodka e iria dirigir um New Beatle, eu mesma seria amiga dele, trocariamos idéias pelo MSN, ou nos bares por ai, só não poderia ser, nem de longe, a sua Carlota, aliás, não conheço ninguém que possa ser.É Werther! Pode voltar, mas saiba que se você quiser sua Carlota vai ter que procurar por uma senhora de sessenta anos, ou por uma beata, as mocinhas do sécula vinte e um são demasiadamente promiscuas, claro que com toda elegância e descrição da palavra!
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Por todo esse tempo que eu fingi não sentir sua falta.Posso parecer romântica, como nunca fui, com você eu podia ser o que eu quisesse.Você não sabe o quanto eu procurei estrelas em noites nubladas, procurei você e não encontrei, afinal nem eu sabia o que estava querendo encontrar.Se me visse agora, talvez nem me reconhecesse, ganhei uns quilos, não muitos, porém mais do que o suficiente pra você não me chamar mais de magrela, perdi a vergonha, adquiri vícios e me livrei do que lembrava você em mim mesma, quase não sobrou nada.
Estranho é me ver às vezes falando sozinha, conversando comigo mesma, ou te contando sobre o que tem acontecido, imaginando o que você iria me dizer, queria de verdade que dissesse alguma coisa.Não vou mentir, segui muitas vezes seus conselhos imaginários, e ainda pensei “Ele ia ficar orgulhoso de mim.”, que doce devaneio! Chega a ser engraçado, pra mim num parece triste, levo com bom humor, você me ensinou assim.
Agora penso em você e ainda acho que vai ser como antes, alguém amanhã mesmo vai me dizer que você perguntou por mim, a minha resposta seria a mesma de sempre...”Diga que morri!”, depois vou sorrir por dentro, e esperar pela sua ligação.E ainda têm quem não acredite em sintonia.Eu acredito, mas não tenho noticias suas á muito tempo e a verdade é que também não quero ter.To bem, juro! Eu me cuido agora, não choro por noites seguidas, não confio em quase ninguém, aprendi a beber, a dirigir, continuo sorrindo pra crianças, cachorros e mendigos, ainda sou o desastre em uma pessoa de pouco mais de um metro e meio, tenho até alargadores, as unhas ainda são sempre vermelhas,o perfume ainda é doce a voz nem tanto, agora eu grito quando é necessário, eu não me calo mais, afinal você não pode mais comprar nenhuma briga por mim, me proteger até de mim mesma.Desisti da faculdade de jornalismo, agora parece até que ouvi você dizer, “Por que Pa?” num tom meio indignado e pra você eu fico sem respostas, por que a desculpa da falta de mercado de trabalho vai te decepcionar, pra você eu podia ser o que eu quisesse, era teimosa demais pra desistir, lembra?É, mas vou te contar, depois que eu desisti de você comecei a abrir mão, a jogar a toalha, a deixar tudo acontecer como Deus quiser, quem diria, não?Ah! Apaguei seu número do meu celular, não quero correr o risco de te ligar nos momentos difíceis, por que eles têm sido muitos.Olha, você pode se casar amanhã se quiser, posso dizer isso na sua cara sem gaguejar, mas eu quero um abraço seu, como eu quero...Quero por uns segundos lembrar que já fui longe, mesmo estando em um só lugar do seu lado.E enfim, á quem disse “Ela nunca vai esquecer ele.”, eu digo, vocês venceram, estão certos! Mas eu venci primeiro, quem aceita a perda, convive com ela sem fraquejar, já é dono da vitória.E nós ganhamos, te perdi, você me perdeu, mas nós ganhamos.
Estranho é me ver às vezes falando sozinha, conversando comigo mesma, ou te contando sobre o que tem acontecido, imaginando o que você iria me dizer, queria de verdade que dissesse alguma coisa.Não vou mentir, segui muitas vezes seus conselhos imaginários, e ainda pensei “Ele ia ficar orgulhoso de mim.”, que doce devaneio! Chega a ser engraçado, pra mim num parece triste, levo com bom humor, você me ensinou assim.
Agora penso em você e ainda acho que vai ser como antes, alguém amanhã mesmo vai me dizer que você perguntou por mim, a minha resposta seria a mesma de sempre...”Diga que morri!”, depois vou sorrir por dentro, e esperar pela sua ligação.E ainda têm quem não acredite em sintonia.Eu acredito, mas não tenho noticias suas á muito tempo e a verdade é que também não quero ter.To bem, juro! Eu me cuido agora, não choro por noites seguidas, não confio em quase ninguém, aprendi a beber, a dirigir, continuo sorrindo pra crianças, cachorros e mendigos, ainda sou o desastre em uma pessoa de pouco mais de um metro e meio, tenho até alargadores, as unhas ainda são sempre vermelhas,o perfume ainda é doce a voz nem tanto, agora eu grito quando é necessário, eu não me calo mais, afinal você não pode mais comprar nenhuma briga por mim, me proteger até de mim mesma.Desisti da faculdade de jornalismo, agora parece até que ouvi você dizer, “Por que Pa?” num tom meio indignado e pra você eu fico sem respostas, por que a desculpa da falta de mercado de trabalho vai te decepcionar, pra você eu podia ser o que eu quisesse, era teimosa demais pra desistir, lembra?É, mas vou te contar, depois que eu desisti de você comecei a abrir mão, a jogar a toalha, a deixar tudo acontecer como Deus quiser, quem diria, não?Ah! Apaguei seu número do meu celular, não quero correr o risco de te ligar nos momentos difíceis, por que eles têm sido muitos.Olha, você pode se casar amanhã se quiser, posso dizer isso na sua cara sem gaguejar, mas eu quero um abraço seu, como eu quero...Quero por uns segundos lembrar que já fui longe, mesmo estando em um só lugar do seu lado.E enfim, á quem disse “Ela nunca vai esquecer ele.”, eu digo, vocês venceram, estão certos! Mas eu venci primeiro, quem aceita a perda, convive com ela sem fraquejar, já é dono da vitória.E nós ganhamos, te perdi, você me perdeu, mas nós ganhamos.
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